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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

I want The Hives!

Criada em 1993, a banda sueca de punk rock é composta por cinco integrantes da cidade industrial de Fagersta onde cada um colabora com uma letra para a composição do repertório. Conduzidos pelo suposto produtor Randy Fitzsimmons, começaram a fazer apresentações em torno da cidade natal, a banda The Hives ficou conhecida em quase toda a Suécia em 1995.
            Teve seu primeiro álbum, Barely Legal, lançado em 1997. No ano seguinte a banda perde contato com o produtor Fitzsimmons e nada de novo acontece por um tempo.
            Em 2000, lançam o CD Veni Vidi Vicious, dai em diante são dois anos diretos viajando pelo mundo, a história da banda já não é mais a mesma. Em 2004 eles lançam o terceiro álbum Tyrannosaurus Hives. Com o lançamento de The Black and White Album eles fazem ainda mais sucesso.
            Como vimos, The Hives é uma banda que só não foi para a mídia por situações financeiras, mas nem por isso deixa de ser incrível, além de qualidade, a banda também possui um estilo próprio, um jeito diferente de ser e de agir diante do público. Essa postagem é para trazer para os meus seguidores um pouco sobre essa banda meio paranoica e talvez até histérica por causa do jeito como o vocalista se expressa, que se caracteriza por quererem ser os Beatles da atualidade.
            Randy Fitzsimmons nunca foi visto em público, por isso ele é suposto empresário e compositor de The Hives, foi revelado por uma revista que Randy Fitzsimmons é um pseudônimo pertencente ao guitarrista Nicholaus Arson, irmão do vocalista. A banda nega que Fitzsimmons seja um mito e afirma a existência do compositor.

Integrantes

Howlin Pelle Almqvist - vocalista da banda que grita muito enquanto canta, não para quieto um minuto.

Nicholaus Arson - guitarrista da banda, irmão de Pelle, adora fazer cara de psicopata e cuspir as palhetas nos fãs.

Vigilante Carlstroem - outro guitarrista da banda, um pouco gordinho, mas cheio de charme.

Dr. Matt Destruction - Doutor da Destruição Máxima, baixista da banda, é gordinho também e tem um bigode.

Chris Dangerous – baterista da banda, ele está sempre com um cigarro na boca.

Álbuns de estúdio

Barely Legal
Veni Vidi Vicious
Tyrannosaurus Hives
The Black and White Album

Suas melhores músicas

            The Hives é a única banda da Suécia que faz sucesso, seus integrantes estão sempre agitados, principalmente o vocalista quando resolve dar aqueles pulos no palco como se fosse um louco. Caso você queira ouvir alguma musica coloquei algumas opções abaixo:

A.K.A.I-D-I-O-T
Black Jack
The Stomp
The Hives Declare Guerre Nucleaire
Die, All Right!
Main Offender
Hate to Say I Told You So
Statecontrol
Inspection Wise 1999
Supply and Demand
Abra Cadaver
Two Timing Touch And Broken Bones
Walk Idiot Walk
B Is For Brutus
Diabolic Scheme
Love In Plaster
Tick Tick Boom
Try It Again
Well Allright!
Hey Little World
A Stroll Through Hive Manor Corridors
It Won’t Be Long
T.H.E.H.I.V.E.S.
Giddy Up
Puppet On A String





Beca

domingo, 18 de setembro de 2011

"Sieg heal!"

            “Viva a vitória!”, diz o título em alemão. Essa frase foi dita por Adolf Hitler, um pintor de paredes austríaco, que criou um partido político na Alemanha: o nazismo.


            Depois de uma tentativa de subir ao poder, ele foi preso e escreveu o livro Mein Kampf (Minha Luta), em 1933 Hitler se tornou chanceler da Alemanha e conseguiu poder absoluto passando a se chamar Führer (Líder). Mandou fuzilar muitos de seus oponentes sendo eles judeus, pois achava que eles eram os culpados das dificuldades do país. Apoderou-se da Áustria e da Tchecoslováquia, a invasão da Polônia, em 1939, desencadeou a Segunda Guerra Mundial. A Alemanha formava, junto com outros países, entre os quais estavam o Japão e a Itália, as Potências do Eixo, as Potências Aliadas, formada pelos Estados Unidos, Inglaterra, França e Rússia. Com a derrota da Alemanha, em 1945, Hitler suicidou-se. 
Quando a Alemanha invadiu a Polônia
         História é uma das matérias que eu mais admiro, inclusive quando se trata de acontecimentos como este. Mas isso é só o que os professores ensinam na escola, nos dão uma noção de como foi certo acontecimento e cabe a nós estudarmos para tirar uma nota boa na prova. Mas não irei comentar sobre isso, e sim sobre os detalhes da vida deste homem que fez da Alemanha um mausoléu.

            Baseado em pesquisas em livros, o relato a seguir pode ser um grande choque para você que ainda não conhece a história de Hitler, e para aqueles que já têm certo conhecimento do assunto, não passa de mais um detalhe sobre ele.
            A suástica (que significa cruz-gamada) foi o emblema escolhido por Hitler para simbolizar o regime nacional-socialista alemão, talvez ele a tenha escolhido por suas quatro hastes representarem os quatro signos fixos do zodíaco, que são fundamento da evolução, o símbolo, então, representaria a revolução da raça ariana (branca).
Hitler e a Suástica
Hitler quando criança
            Hitler era interessado em magia e ocultismo, tinha sangue judeu em suas veias, nasceu num povoado austríaco, centro de médiuns e videntes, dois médiuns nasceram na mesma cidade, e um deles teve a mesma ama de leite de Hitler. Quando era pintor, estudava magia e ocultismo, dizia-se vegetariano, mas, na verdade, um médico recomendara uma dieta vegetariana e ele comia, às escondidas, macarrão recheado de carne picante. O fato de dizer que era vegetariano era para dar a ideia de que o Führer era um homem puro.
            Em 1912, Hitler tomou conhecimento de uma ordem que foi criada naquele ano da qual nunca fez parte, a Sociedade de Thule. Nessa sociedade acreditava-se que a raça ariana possuía um poder oculto e, quem o dominasse seria capaz de dominar o mundo. Seus seguidores foram influenciados pela magia negra.
            Hitler consultava a astrologia e a geomancia antes de seus ataques. Acreditava-se que o Führer tinha algum pacto demoníaco e que oferecia os judeus queimados para obter mais poder e, assim, dominar o mundo.
            Berlim virou um verdadeiro cenário de destruição, com prédios destruídos e milhões de pessoas mortas.
            Adolf Hitler era um médium, acreditava que sabia de suas reencarnações passadas, ele fora Landulf de Cápua, um príncipe considerado a figura mais terrível do século; Tibério; entre outros.
            O que escrevi aqui tem muito em comum com a Lança de Longinus, não irei falar sobre este detalhe que deu início a esse fato na história, mas pode conferir lendo o livro Hitler, por Joachim Fest.
            Como Hitler morreu?
            Não se sabe ao certo se ele foi morto ou suicidou-se, mas acredita-se que, após um almoço, trancou-se com a esposa, Eva Braun, no quarto. Quando entraram no quarto, encontraram ambos mortos.
            Eu achava que, ao ler sobre a vida de Hitler, conheceria apenas o lado superficial da história, como, por exemplo, sobre o nazismo, as guerras, o muro de Berlim, enfim, todo o mal que Adolf Hitler causou. Percebi que os fatos só ficam realmente interessantes quando estudamos os detalhes que passam despercebidos.

Beca

domingo, 4 de setembro de 2011

"Se for roubar roube com classe"

Adam Worth foi, sem dúvida, o ladrão mais requintado do século XIX, ele não era como qualquer outro ladrãozinho barato que roubava bolsas de velhinhas na esquina, seus roubos eram planejados e ele tinha ajuda para executá-los. Ele ficou famoso por roubar o quadro Duquesa de Devonshire, dizia-se que ele tinha grande admiração pela jovem, e inclusive ficou conhecido na Scotland Yard como “Napoleão do Crime”. Depois de velho é que Worth negociou o resgate do quadro, achou que o roubando, ele poderia ganhar uma boa recompensa pela devolução, mas não foi o que aconteceu, já que o quadro não era tão importante assim. Mesmo depois de preso, Adam Worth mantinha a pose de um homem, ou melhor, de um ladrão importante. Ao longo de sua “carreira criminosa”, roubou 4 milhões de dólares, arrombamento e fraude eram suas especialidades, Worth jamais usou de violência. Era polido, cheio de charme, um ladrão à moda antiga. Para ter ideia, o vilão Moriarty dos livros de Arthur Conan Doyle foi baseado nele. Não é à toa que Worth ficou conhecido como O Napoleão do Crime.
            Recomento para o artigo que acabei de escrever os seguintes livros: O Napoleão do Crime, de Ben Macintyre (para quem se interessou por esse larápio) o filme Sherlock Holmes e o livro Um Estudo em Vermelho, de Arthur Conan Doyle, (para quem é fã de Sherlock Holmes).
Adam Worth
Beca

domingo, 7 de agosto de 2011

Nellie Bly

Seu nome era Elizabeth Jane Cochran, a primeira mulher jornalista. Ela era uma adolescente de 18 anos que sonhava em ser escritora que ao terminar de ler um artigo do Pittsburgh Dispatch, indignada com o machismo do autor, escreveu uma carta de protesto ao editor-chefe do jornal. George Madden marcou um encontro que aconteceu dias depois e Elizabeth foi contratada como repórter. O editor sugeriu que ela trocasse o nome para Nellie Bly. Diferentemente da mãe, a nova repórter decidiu que jamais dependeria de um homem.
Sua primeira matéria foi sobre o desamparo das mulheres casadas e separadas, o que provocou mudanças nas leis. Injustiças sociais e as cometidas contra as mulheres eram seu tema preferido, que queria ver e sentir na pele, fazer o que hoje é conhecido como jornalismo investigativo e que antes dela ninguém tinha feito. Para escrever sua segunda matéria ela virou operária em uma fábrica e expôs as péssimas condições de trabalho dos operários e o baixo salário. Foi assim que trabalhar disfarçada se tornou sua especialidade. A essa altura Nellie Bly tinha apenas 23 anos. Foi contratada pelo jornal New York World e sua estreia no novo emprego foi fingir-se de louca e ser internada num hospício onde passou dez dias e foi torturada, dormiu numa cama cheia de percevejos, comeu comida estragada e descobriu que muitas mulheres saudáveis só estavam ali porque a família queria se livrar delas.
Essa não foi a única aventura de Nellie. Foi dela a ideia de bater o recorde de Phileas Fogg, personagem de Júlio Verne no romance A Volta ao Mundo em Oitenta Dias. O jornal queria mandar um repórter homem, mas Nellie ameaçou fazer a volta ao mundo para um jornal concorrente e ganhou a discussão. Às 9h40 de 14 de novembro de 1889, embarca no vapor Augusta Vitória levando apenas uma valise. Usava um casaco de corte masculino, gorro e botas, que se tornariam sua marca registrada.
Ela seguiu o mesmo roteiro descrito no livro de Verne com uma rápida parada em Amiens, na França, para conhecer e entrevistar o escritor. Nellie voltou no dia 25 de janeiro de 1890, depois de exatos 72 dias, seis horas, 11 minutos e 14 segundos de viagem. Nellie se aposentou em 1895 porque iria se casar. Depois de nove anos de casamento ela ficou viúva e assumiu o comando das empresas de seu marido.
Em 1914 estava na Europa, ano em que deu início à Primeira Guerra Mundial. Elizabeth Jane Livingston Seaman voltar a ser Nellie Bly.
Beca

sábado, 30 de julho de 2011

A rainha Victoria

Ela reinou a Inglaterra durante 64 anos, casou-se com seu primo, o príncipe Albert de Saxe-Coburg e teve nove filhos. A rainha Victoria tinha uma vida perfeita, com uma família perfeita e todas as mordomias que uma rainha podia ter. Nada disso, ela odiava bebês, recusava-se a amamentá-los e às vezes discutia com o marido, se dependesse dela, ela não teria essa penca de filhos, pois ela preferia o trabalho, mas Victoria era loucamente apaixonada por Albert, aliás, foi ela quem pediu a mão do marido, esse sim se importava muito com a educação dos filhos. Albert se casou com Victoria com um pequeno fundo de interesse, mas quem era ela para enxergar isso, até quando o marido morreu, em dezembro de 1861, ela se vestiu de preto para sempre, a alegria sumiu de sua vida. Victoria aproximou-se de um dos mais fieis criados de Albert e, esse detalhe eu não sei se é verdade, mas acho que ela acabou se apaixonando pelo criado, que a tratava com mais intimidade que os outros, ela sentia perto dele a presença do marido, não se sabe mais nada sobre esse assunto. Victoria morreu em 1901.
O que mais posso dizer sobre a rainha Victoria é que ela foi a primeira mulher a se casar de branco, a partir de então isso passou a ser tradição de alguma forma. Gosto da história dela assim como de outras pessoas de grande importância. A sua relação como o príncipe Albert era intensa, apesar das discussões que tinham de vez em quando.